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Crónicas de uma filha Atrapalhada

Lembram-se da pequena Bá do blog "Crónicas de uma mãe atrapalhada." Pois,ela cresceu! E agora exigiu que existisse também a sua versão de filha num blog a quatro mãos.

Crónicas de uma filha Atrapalhada

Lembram-se da pequena Bá do blog "Crónicas de uma mãe atrapalhada." Pois,ela cresceu! E agora exigiu que existisse também a sua versão de filha num blog a quatro mãos.

Dá que pensar…

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Às vezes penso que ela não liga a metade do que digo e outras vezes surpreende-me. Ando um pouco desanimada com várias coisas de âmbito familiar e profissional.

  Tive um desabafo de mãe com a minha filha e pedi-lhe desculpas pelas minhas falhas. Não sou, nunca serei, nem quis ser a mãe perfeita tradicional, mas acho sempre que poderia ter feito melhor quer em relação á ela, quer m relação ao meu filho.

 E de repente saídas da boca da minha adolescente de treze aninhos fresquinhos oiço a seguinte frase que me deixa a matutar:

- Mãe tu fizeste um bom trabalho. Só tu é que não vês. A forma como os outros recebem o teu trabalho nem sempre é da tua responsabilidade e nem sempre estão certos.

Questionei-a e disse-me que eu a tinha ensinado que desde que déssemos o nosso melhor, tínhamos feito um bom trabalho, se nem sempre os outros viam assim, não podíamos fazer nada sobre isso.

 Se bem que o que menos me preocupa na vida é a opinião dos outros sobre a educação dos meus filhos, as palavras dela deixaram-me a cismar.

   Fique surpreendida, porque afinal ela ouve-me mais do que eu pensava …

 

 

3 comentários

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    Alfa 31.07.2018

    Se queremos que alguém tenha a humildade de pedir desculpa então devemos dar o exemplo. A frase que lhe disse foi: A forma como os outros rececionam o teu trabalho nem sempre determina o seu valor e ela "digeriu-o" à maneira dela. As palavras eram mais relacionadas com o irmão , mas ela também passou e ainda passa algumas atribulações devido à nossa profissão sendo que eu conto ainda com a desvantagem de ser eternamente contratada.
  • Sem imagem de perfil

    P. P. 31.07.2018

    Infelizmente, contratados ou não, quem não for lambe-botas, muitas vezes depara-se com um inusitado inferno. Eu gosto que me confundam com contratados. É da forma que "mordo" em nome de muitos.
    Devemos sempre colocar-nos no lugar dos outros. Sempre! O quê disseste à tua filha, além de fantástico tem ramificações muito válidas e enriquecedoras. Isso sim, é educar.
    Bjs e parabéns.
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